Benefícios da abóbora

Saiba quias são as propriedades e os benefícios desta fruta.

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    Unha de Gato

    Fitoterapia

    Erva de gato

    A unha-de-gato (Uncaria tomentosa) é uma planta nativa da Amazônia e que, segundos estudos publicados no início de 2009, pode ser utilizada para medicamentos contra a dengue.

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    Unha de Gato

    Canela

    Chá de canela

    O chá de canela com gengibre acelera o metabolismo por ser termogênico, queimando as calorais! Além de dá energia e maior disposição para o dia-a-dia.

    Para fazer o chá:
    Ingredientes:
    1 pedaço de gengibre (4cm)
    1 pedaço de canela em pau
    1 litro de água.

    Modo de Preparo:
    Após ferver a água, acrescente o gengibre e a canela. Aguarde uns 20 minutos e tome em seguida!

    Canela Fotos

    Canela Foto

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    Foto Canela

    Foto Canela

    Tudo Sobre Canela

    Um ingrediente pode fazer toda a diferença no sabor de um prato, mesmo que sua participação seja de coadjuvante. Em comidas ou em bebidas, essa é a principal função da canela (Cinnamomum zeylanicum). Uma pitada da especiaria na alimentação oferece aroma e gosto levemente adocicados, característica que fez dela um dos mais importantes produtos na história do comércio.

    Um dos mais antigos alimentos conhecidos e considerada símbolo da sabedoria na Antiguidade, a canela já foi muito procurada na Europa, período que gerou muitos lucros a seus comerciantes. Entre os séculos XVI e XVIII, a especiaria teve sua venda disputada por portugueses, holandeses e ingleses. Os três povos europeus ocuparam, sucessivamente, a ilha asiática de Sri Lanka (ex-Ceilão), apontada, junto com Mianmar (ex-Birmânia) e Índia, como berço de origem da planta.

    Os jesuítas foram os responsáveis pela introdução da canela aqui, onde as condições de solo favoreceram sua adaptação. O pé de canela necessita de 1.500 milímetros de chuva bem distribuída por ano, temperatura média anual acima de 25 graus célcius e umidade relativa do ar em torno de 80%. De ciclo perene, a caneleira pode atingir até 9 metros de altura e o tronco, 35 centímetros de diâmetro. Tem folhas verde-claras, brilhantes e lisas e muitos cachos ramificados com flores pequenas e amarelas ou esverdeadas.

    É da casca do tronco da árvore que se extrai a canela. Seu consumo pode ser em pó, raspas e rama, a popular canela em pau. Ela vai bem na preparação de pães, doces, tortas, compotas e até de alguns tipos de carne; polvilhadas em arroz doce, pastéis e panquecas; e é boa pedida para compor bebidas quentes, como chocolates e capuccino, sobretudo nos meses mais frios do ano.

    Além do uso culinário, a especiaria também é utilizada na elaboração de medicamentos e cosméticos, como perfumes, sabonetes e bronzeadores. Há indicações de que a canela ajuda aliviar gases abdominais, combater úlceras estomacais, hipertensão, resfriados e dores no abdome.

    Ervas »

    Alecrim

    alecrim

    alecrim

    Alecrim

    O Alecrim possui aroma fresco, que lembra o pinho, dá um sabor especial às aves, aos molhos e sopas de tomate, frutos do mar, carnes, patês, beringela, batatas, couve-flor, pães, Sucos e saladas de frutas. Ótimo no churrasco quando salpicado sobre o carvão.

    Alecrim Propriedades

    A medicina popular recomenda o alecrim como um estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.

    Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também se recomendam a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir.

    Também apresenta propriedades carminativas, emenagogas, desinfectantes e aromáticas.

    Uma infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Toma-se depois das refeições.

    Alecrim beneficios

    Uma planta muito comum nos quintais e na culinária brasileira tem muito mais qualidades do que simplesmente melhorar o sabor dos pratos. Pesquisas mostram que o alecrim tem propriedades medicinais.

    Além de facilitar o processo digestivo, a erva é capaz de inibir a ação de bactérias responsáveis por inflamações e é boa para ativar a circulação.

    Um trabalho da Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, revelou que o extrato da planta serviu de escudo contra as úlceras. “Na presença dele, notamos o aumento dos níveis de um antioxidante natural, o glutatione”, conta o farmacologista João Ernesto de Carvalho, coordenador da pesquisa. “Ele está muito presente no estômago e combate os radicais livres, as moléculas que estão por trás dos processos inflamatórios.”

    Aliás, antioxidante é o que não falta no alecrim. A nutricionista Ana Mara de Oliveira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, descobriu que a planta substâncias como ácido carnósico, carnosol, ácido rosmarínico, ácido caféico e éster do ácido hidroxicinâmico. Esse grupo é capaz de combater moléculas que causam estragos celulares, sendo o estopim para o envelhecimento precoce.

    Na Alemanha, por exemplo, a planta é utilizada para conservar produtos alimentícios, em vez dos conservantes sintéticos. A erva não só combate a oxidação da comida como ajuda a eliminar germes dos alimentos.

    Cebolinha verde

    Cebolinha verde

    A Cebolinha Verde é muito utilizada em omeletes, molho vinagrete e molhos à base de creme de leite para peixes. Ótimo também em patês de ricota, queijo cremoso, sopas e saladas.

    Ervas Medicinais:

    Banana by Ervas Medicinais on April 27th, 2008
    A banana apresenta sabor doce, característica re- frescante e propriedade neutra.

    Erva Doce

    O funcho, também conhecido por anis-doce, erva-doce, maratro ou finóquio, ou fiuncho, é o nome vernáculo dado à espécie herbácea Foeniculum vulgare Mill. (sinónimo taxonómico de Anethum foeniculum L. e de Foeniculum officinale L.) uma umbelífera fortemente aromática comestível utilizada em culinária, em perfumaria e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas e planta medicinal. O funcho é nativo da bacia do Mediterrâneo, com variedades na Macaronésia e no Médio Oriente, onde ocorre no estado silvestre, mas é hoje cultivado, sob diversas formas varietais, em todas as regiões temperadas e subtropicais.

    funcho

    Descrição

    O funcho é uma planta herbácea perene, de caules erectos múltiplos, com até dois metros de altura (mas em geral com menos de 80 centímetros), de cor verde intenso, por vezes glauco, tornando-se azulada quando em locais expostos à secura e a intensa radiação solar.

    As folhas são longas (até 40 cm) e delgadas, finamente dissecadas, terminando em segmentos filiformes a aciculares (com cerca de 0,5 mm de diâmetro), muito flexíveis, mas que, quando expostos à secura, endurecem exteriormente para evitar a perda de água.

    Produz inflorescências terminais compostas, umbeliformes, com 5 a 15 cm de diâmetro, contendo 20 a 50 flores pediceladas inseridas num único ponto do ápice da inflorescência, sobre pedúnculos curtos. As flores são minúsculas têm de 2 a 5 mm de diâmetro, amarelo a amarelo-esverdeadas.

    O fruto é uma semente seca, fortemente aromática, ovóide, de 4 a 9 mm de comprimento e 2 a 4 mm de largura, achatada e com entalhes longitudinais simétricos em ambos os lados.

    A raiz é rizomatosa, esbranquiçada e muito suculenta, armazenado grande quantidade de água.

    O cheiro e sabor característicos (em geral designados por “anis” ou “erva-doce”) resultam da presença de anetol, um composto fortemente aromatizante.

    Espécies associadas

    A maioria dos botânicos tende a considerar o Foeniculum vulgare como a única espécie legítima do género, considerando as outras espécies descritas como meras formas. Assim, apesar das grandes diferenças morfológicas, de teor em óleos essenciais e de sabor e cheiro, as espécies antes descritas neste género parecem ser meras subespécies ou variedades de F. vulgare.

    Dadas a presenças de óleos essenciais, a planta é muito resistente ao ataque de insectos herbívoros, sendo contudo hospedeira de alguns lepidópteros especificamente adaptados às suas características bioquímicas, incluindo formas larvais da Amphipyra tragopoginis e da Papilio zelicaon (que apenas se alimentam de umbelíferas.

    Dado o seu cheiro a anis, a planta é por vezes confundida com a Pimpinella anisum (o anis), uma espécie aparentada, mas muito diferente.

    Cultura e utilização

    É frequentemente utilizada em pequenas quantidades na cozinha mediterrânica como planta aromatizante, particularmente os das variedades menos ricas em óleos essenciais, serem consumidos em fresco como parte de saladas.

    Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas destinadas a serem consumidas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho.

    É frequente o seu uso como aromatizante em molhos, conservas de vegetais, curtumes e outros preparados semelhantes. Usada em baixas concentrações dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce.

    As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores e bebidas alcoólicas destiladas (como a aquavit).

    Na Índia e China as sementes moídas são utilizadas para a produção de condimentos e especiarias, recebendo a designação de saunf ou moti saunf.

    As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes.

    O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas e carminativo, podendo ter propriedades coleríticas.

    Em concentrações elevadas os óleos essenciais do funcho apresentam actividade insecticida, apresentando actividade neurotóxica. Este óleo faz parte da farmacopeia europeia.

    Em perfumaria os óleos essenciais do funcho são utilizados para perfumar pastas dentífricas, champôs e sabonetes.

    Variedades e cultivares

    Pelas suas características aromáticas e pelos usos medicinais do anetol, o funcho tem sido utilizado desde a antiguidade, sendo já cultivado no Antigo Egipto.

    Na Grécia Antiga era designado por ??????? (marathon), estando na origem do nome Maratona (que afinal, em português seria Funchal), o local da mítica batalha de Maratona travada em 490 a.C. entre gregos e persas. A mitologia grega diz que Prometeu usou um talo de funcho para roubar fogo dos deuses.

    Existem múltiplas variedades cultivadas, a maior parte das quais seleccionadas pela doçura e baixa concentração de anetol, o que permite o consumo em saladas.

    Outros cultivares são seleccionados para a obtenção de grandes concentrações de óleos essenciais, sendo utilizados para perfumaria e para a produção de condimentos.

    Uma variedade de funcho, originária da Macaronésia e designada por F. vulgare azoricum (Mill.) Thell., caracterizada por caules mais suculentos e doces e menor concentração de óleos essenciais, o que os torna facilmente comestível em fresco, é hoje comercializada com a designação varietal de Florence. Esta forma da planta é espontânea nos Açores e na Madeira. A sua abundância está na origem do nome da cidade do Funchal, a actual capital madeirense.

    Ervas Medicinais:

    Pariparoba by Ervas Medicinais on March 19th, 2008
    Planta brasileira muito comum em nosso país, a pariparoba é um arbusto que chega a medir 1,50 m de altura, com folhas arredondadas, que, quando esmagadas, exalam um particular e agradável aroma capaz de contaminar de maneira sutil todo o ambiente.

    Os benefícios da comida viva

    Muitos pacientes começaram a entender que a comida pode ser um bom remédio para diversos males de saúde. Na dieta da comida viva, nada pode ser frito, cozido ou assado.

    Saiba tudo sobre a comida viva

    Cha Verde

    Saiba tudo sobre o Chá Verde, cha verde beneficios, cha verde propriedades, se o chá verde emagrece, combate o colesterol.

    1. Qual é a melhor opção: folhas, saquinhos ou cápsulas?
    O ideal é consumir o chá a partir das folhas secas. Os saquinhos industrializados podem vir misturados a talos, raízes e outras ervas, o que reduz o seu efeito terapêutico.

    2. Todas as pessoas podem tomar chá
    verde? Há restrições?
    Desde que não haja exagero, o consumo da bebida é seguro. Grávidas, hipertensos e pessoas com gastrite ou que sofrem de insónia devem consumir com moderação (1 xícara por dia).

    3. Qual a quantia ideal para o consumo
    do chá?
    Especialistas indicam de 2 a 4 xícaras (chá) por dia, se não houver contraindicações.

    4. Como o chá verde deve ser preparado?
    A maneira ideal para o preparo do chá é a infusão: colocar a erva na água já quente e deixar abafado por alguns minutos. A água não deve ser fervida, apenas esquentada, para não modificar o sabor nem as propriedades do chá.

    5. Chá verde emagrece?
    Ele tem a capacidade de acelerar o metabolismo e a queima de gorduras e, assim, facilitar a perda de peso. Porém, o chá sozinho não faz milagres. É importante consumi-lo junto a uma dieta equilibrada.

    6. Pode ser bebido gelado?
    Quente ou frio, tanto faz. A temperatura do chá não influencia nas propriedades terapêuticas da bebida.

    7. Pode adoçar?
    O recomendado é beber o chá puro. Para disfarçar o sabor amargo, o chá pode ser misturado a outras ervas ou suco de frutas. Se for adoçar, prefira usar mel ou adoçante tipo stevia.

    Cha Branco

    O chá branco é a infusão de chá com folhas jovens (novos botões que cresceram) e que não sofreram efeitos de oxidação; os botões podem estar protegidos da luz do sol para prevenir a formação de clorofila.

    O chá branco contém alegadamente propriedades que ultrapassam o chá verde na prevenção do cancro do cólon e maior quantidade de antioxidantes que outros chás. Em experiencias feitas por investigadores do Linus Pauling Institute da Universidade do Estado de Oregon, ao testarem as capacidades dos dois tipos de chá em previnir o desenvolvimento dos pólipos do cólon, o chá branco revelou-se 10% mais eficaz. Entre todos os chás, o branco é o que apresenta maior concentração de polifenóis, entre outros antioxidantes. Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.

    Veja receitas caseiras que fortalecem o sistema imunológico

    Em tempos de gripe, o jeito é dar uma forcinha para que o organismo mantenha esses vírus bem longe. E tem receita caseira para isso. Com sucos e verduras, é possível fortalecer o sistema imunológico.